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Meio Ambiente

CTNBio abre as porteiras

Protesto do Greenpeace questiona milho transgênico.Protesto do Greenpeace questiona milho transgênico.

Brasília, Brasil — Comissão aprovou mais três variedades de milho transgênico

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira (18/8) mais três variedades de milho transgênico, duas da empresa suíça Syngenta e uma da americana Monsanto. Com estas aprovações, o Brasil passa a contar com nove variedades de milho transgênico. Mais uma vez, os interesses econômicos falam mais alto que as preocupações ambientais. As plantas transgênicas contaminam e destroem as convencionais.
Dois desses milhos têm o agravante de serem “piramidados”, ou seja, são provenientes de cruzamentos entre variedades transgênicas previamente autorizadas.  As aprovações dos “piramidados” são consideradas perigosas porque abrem precedente para outras aprovações de variedades sem estudo prévio específico e transforma qualquer cruzamento transgênico em candidato a aprovação.
Em maio de 2009, o diretor de conservação e biodiversidade do ministério do Meio Ambiente, Bráulio de Souza, enviou carta ao presidente da CTNBio, Walter Colli, expressando preocupação com as implicações ambientais da liberação de transgênicos “piramidados”. Colli chegou a prorrogar a decisão, mas acabou ignorando as preocupações do Ministério do Meio Ambiente, como de costume.
Segundo Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, “não existe preocupação com biossegurança por parte da CTNBio. O objetivo da comissão é aprovar tudo o que vier, como uma espécie de carimbador maluco”.
O arroz da Bayer é o próximo da fila da CTNBio. Mesmo com estudos independentes que expõem os potenciais efeitos perversos do arroz da Bayer para a saúde humana e o meio ambiente, ele pode ser liberado. Click aqui e diga não ao arroz da Bayer.
Contaminação
A primeira safra de milho transgênico no Brasil, colhida em 2009, está gerando questionamentos em diversos setores a respeito da contaminação de plantações convencionais. Produtores orgânicos estão preocupados com a certificação livre de transgênicos de suas plantações. A indústria, por sua vez, teme a falta de suprimento convencional.
No mês passado, a Secretaria de agricultura do Paraná (Seab-PR) divulgou nota técnica, denunciando falta de fiscalização federal no campo e ineficácia das regras de coexistência da CTNBio. A secretaria conduziu estudos no campo durante toda a safrinha de milho, colhida em junho deste ano.

FONTE: www.greenpeace.org/brasil/

Governo Lula e Congresso Nacional copiam modelo (anti)ambiental chinês

Escrito por Kenzo Jucá   fonte: http://www.correiocidadania.com.br/
19-Ago-2009
190809_amazonia

Na volta do recesso parlamentar em agosto, o Congresso Nacional – através do governo e sua bancada – retoma um dos pacotes de reforma constitucional mais danosos para as presentes e futuras gerações do Brasil e do mundo: o rebaixamento da legislação ambiental brasileira, que era uma das mais avançadas do Planeta Terra desde o fim dos anos 1980 até a era Lula. leia mais

 

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