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APOSENTADOS E PENSIONISTAS

Aposentadorias continuarão com reajuste menor do que o salário mínimo

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A nova regra não aumenta o poder de compra dos aposentados. Clique aqui para ouvir(1’45” / 401 Kb) – A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) se negou a participar da reunião entre governo e centrais sindicais, nessa terça-feira (25). Para a Cobap, os acordos costurados não resolvem a situação dos aposentados brasileiros. Com a nova regra, a expectativa do governo é de que os aposentados tenham um ganho real de 6%. Já o salário mínimo deve ter mais de 10%.

Os vencimentos de quem ganha mais de R$ 465 serão reajustados com base na reposição da inflação e no Produto Interno Bruto (PIB) – que é a soma das riquezas produzidas pelo país. Para a Cobap, a nova fórmula não aumenta o poder de compra dos aposentados. O integrante da entidade, o aposentado Nelson Osório, lamentou a nova decisão.

“Precisamos recuperar as aposentadorias e pensões ao nível de quando elas foram concedidas, porque se não estaremos sendo vítimas de estelionato.”

Ele também criticou a atuação dos sindicalistas nas negociações.

“As centrais sindicais já concordaram em assinar um acordo com o governo dizendo que o aumento para os aposentados estava bom, se auto-declarando representantes dos aposentados.”

Com exceção da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), os sindicalistas também aceitaram outra mudança. Com a nova norma, a somatória da idade e contribuição subiu para 90 anos entre os homens e 85 entre as mulheres. O governo também vai dar estabilidade de emprego para quem estiver a um ano de se aposentar.

As propostas serão encaminhadas para análise do Congresso Nacional.

De São Paulo, da Radioagência NP, Aline Scarso (http://www.radioagencianp.com.br)

Aposentados e pensionistas fazem ato em Jundiaí para reivindicar reajustes

No Brasil, dos 26 milhões aposentados e pensionistas, 18 milhões ganham apenas um salário mínimo. Image(1´41´´ / 396 Kb) – Aposentados e pensionistas fizeram um ato, nesta quarta-feira (19), em Jundiaí, interior de São Paulo, como retaliação ao que eles chamam de “frieza governista”. Eles alegam que o governo não está oferecendo índices justos para o reajuste de aposentadorias e pensões. A exigência é que o pagamento seja reajustado conforme os índices do salário mínimo.

Outras reivindicações são a recuperação do valor de compra das aposentadorias e o fim do fator previdenciário. Eles também exigem que os parlamentares derrubem o veto do presidente Lula a um projeto que concede um reajuste de 16% às aposentadorias e pensões. No Brasil, dos 26 milhões de aposentados e pensionistas, 18 milhões ganham apenas um salário mínimo. leia mais…

fonte:www.radioagencianp.com.br

 

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